Aliado de segunda hora do presidente-metalúrgico Lula da Silva, o partido Progressista reluta em se aliar à candidatura da presidenciável Dilma Rousseff (PT). O partido provavelmente ficará sem uma coligação no âmbito federal nas eleições de outubro, podendo liberar os diretórios estaduais nas composições nos estados. Os progressistas dominam o Ministério das Cidades, hoje sob a responsabilidade de Márcio Fortes, que desistiu de concorrer à Câmara dos Deputados.
A ideia pode mudar entre os progressistas, caso vingue a proposta de o senador Francisco Dornelles (RJ) ser o vice na chapa de José Serra (PSDB). O ucho.info já divulgou em duas oportunidades que a vice-presidência para o PP agrada ao candidato a senador Aécio Neves, sobrinho do senador carioca. Dentro do PP, comenta-se que é ainda cedo para definir a questão, mas a tese de não se coligar está bem avançada.
Por Ucho.Info: a marca da notícia.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Dornelles é sondado para compor a chapa de José Serra à Presidência da República
Mosca Azul
Entre tantas especulações, surge mais um nome para compor a chapa presidencial da oposição. É o do senador Francisco Dornelles, mineiro de nascimento, mas carioca de coração. Um emissário teria perguntado - a pedido do próprio governador José Serra (PSDB) - ao senador e presidente nacional do Partido Progressista se interessaria ser vice-presidente na chapa tucana. Em troca, Dornelles mobilizaria o PP nos estados a favor de Serra, rompendo um acordo até agora estabelecido com o Partido dos Trabalhadores.
O senador não disse se concorda, mas fontes próximas ao presidente do PP garantem que o “homem já foi picado pela mosca azul”. No Rio de Janeiro, Dornelles daria apoio à reeleição do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), mas a nível federal faria campanha para Serra. No ano passado era corrente uma conversa de que o PP se aliaria ao PSDB à Presidência da República caso o candidato tucano fosse Aécio Neves.
O governador de Minas Gerais é sobrinho de Dornelles, que foi ministro da Fazenda no governo José Sarney (PMDB-AP) depois de ser escolhido pelo próprio Tancredo Neves. Como se sabe, Tancredo não assumiu a administração do governo federal, mas seus acordos políticos foram mantidos. Dentro da bancada do PP na Câmara dos Deputados há um “sentimento” de aliança com Aécio Neves, caso ele fosse o candidato das oposições.
Há dias, em conversa com ucho.info no plenário do Senado, o senador Francisco Dornelles, ao ser perguntado sobre a possibilidade de fazer dupla com José Serra foi taxativo: “Não vamos brincar com isso”.
Por Ucho. Info: a marca da notícia.
Entre tantas especulações, surge mais um nome para compor a chapa presidencial da oposição. É o do senador Francisco Dornelles, mineiro de nascimento, mas carioca de coração. Um emissário teria perguntado - a pedido do próprio governador José Serra (PSDB) - ao senador e presidente nacional do Partido Progressista se interessaria ser vice-presidente na chapa tucana. Em troca, Dornelles mobilizaria o PP nos estados a favor de Serra, rompendo um acordo até agora estabelecido com o Partido dos Trabalhadores.
O senador não disse se concorda, mas fontes próximas ao presidente do PP garantem que o “homem já foi picado pela mosca azul”. No Rio de Janeiro, Dornelles daria apoio à reeleição do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), mas a nível federal faria campanha para Serra. No ano passado era corrente uma conversa de que o PP se aliaria ao PSDB à Presidência da República caso o candidato tucano fosse Aécio Neves.
O governador de Minas Gerais é sobrinho de Dornelles, que foi ministro da Fazenda no governo José Sarney (PMDB-AP) depois de ser escolhido pelo próprio Tancredo Neves. Como se sabe, Tancredo não assumiu a administração do governo federal, mas seus acordos políticos foram mantidos. Dentro da bancada do PP na Câmara dos Deputados há um “sentimento” de aliança com Aécio Neves, caso ele fosse o candidato das oposições.
Há dias, em conversa com ucho.info no plenário do Senado, o senador Francisco Dornelles, ao ser perguntado sobre a possibilidade de fazer dupla com José Serra foi taxativo: “Não vamos brincar com isso”.
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