sábado, 29 de maio de 2010

PP de Waldir Maranhão quer vaga de Senador na coligação com o PMDB

Caso vaga não seja confirmada partido pode lançar
candidatura própria ou firmar aliança com outra chapa

Por Thamia Tavares

O Partido Progressista (PP) atualmente integra a chapa de apoio à governadora Roseana Sarney (PMDB), e já deixou claro a exigência por uma das vagas de senador, sob a condição de permanecer na coligação.

Com as eleições se aproximando e chegando a hora das definições, o nome cotado à vaga é o do Pastor Bel (PP) que por sua vez garantiu o rompimento do partido com o grupo roseanista, caso não seja lançado como candidato ao senado.

“Estive com o presidente do Diretório Nacional do PP, Francisco Dornelles, que considera legítima a exigência da instância estadual”, disse o Pastor.

Em última instância, o partido pode lançar candidatura própria ao governo ou firmar aliança com outra chapa. Essas são as duas opções do PP para a eleição de outubro apontadas por Pastor Bel.

“O PP está em busca de espaço, mas não sei como ficará esta briga”, concluiu.

O presidente do Diretório Estadual do PMDB, Remi Ribeiro disse que deve haver um acordo entre as siglas e que lembrou que o PP encabeça uma secretaria estadual.

“É normal o PP exigir a vaga. Até as convenções, muita coisa vai acontecer”, disse Ribeiro.

Por 'O Imparcial' - de 27 de maio de 2010.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

PP faz Café de lançamento da pré-candidatura do Pastor Bel ao Senado, hoje


Encontro do PP é adiado para o dia 18 de junho mas realiza evento de lançamento do nome do Pastor Bel ao Senado pelo Maranhão

O Dep. Waldir Maranhão se encontra com lideranças evangélicas, neste sábado, no hotel Abeville, aqui em São Luís, para um café da manhã com a imprensa.

Durante o evento haverá o lançamento dos pré-candidatos Pastor Bel ao cargo de Senador e,  do Dep. Waldir Maranhão à reeleição ao cargo de Deputado Federal.
O partido conforma, ainda, que a pré-convenção do Partido Progressista, programada para hoje, dia 29 de maio, fora adiada para o dia 18 de junho/2010 (sexta-feira) no Auditório do Hotel Abbeville.




O quê: Café da manhã para o lançamento das pré-candidaturas de Pastor Bel e Waldir Maranhão.


Quando: Dia  29 de maio, sábado; às 08:30h.


Onde: Restaurante do Hotel Abbeville, São Francisco - São Luís / MA.


quarta-feira, 26 de maio de 2010

PP faz pré-lançamento da candidatura do pastor Bel ao Senado Federal

No próximo sábado (29) a direção estadual do Partido Progressista do Maranhão lançará a pré-candidatura de Heber Waldo Silva Costa, o pastor Bel, ao Senado Federal. O presidente do partido no Estado, deputado federal Waldir Maranhão, vai apresentar o pré-candidato no evento político que acontecerá na Assembléia Legislativa, a partir das 8 horas.

“Tenho certeza que este projeto político é também um projeto de Deus, tanto que eu conto com o apoio de meus irmãos em cristo das 128 cidades em que atuo no Maranhão, por isso não tenho dúvidas quanto a nossa vitória”, declarou otimista para centenas de pastores em Pedreiras.

O seu nome foi escolhido durante a convenção estadual das Assembléias de Deus em março deste ano para representar os evangélicos do Maranhão no Congresso Nacional. Por isso tem o apoio das igrejas Assembléia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus e Assembléia de Deus Madureira.
I ENCONTRO METROPOLITANO DO PARTIDO PROGRESSISTA


O Dep. Federal Waldir Maranhão – Presidente do PP/MA, falou sobre “A Sociedade e o Parlamento”. Waldir Maranhão abordou a situação política em que “Não existe sociedade sem parlamento e o parlamento não existe sem a sociedade, ambos devem andar em conjunto, pois são inseparáveis”. Disse que seu compromisso político se dá por meio da responsabilidade com as causas sociais. Falou de sua atuação no parlamento, e de quando participou das Comissões de Educação e de Justiça.




Waldir falou (textualmente) para os (as) progressistas presentes que “palavra dada tem que honrar e em política não há espaço vazio, evidenciando sua trajetória política”.




Após as reflexões e agradecimentos do Presidente da Executiva Estadual do PP, Waldir Maranhão, Hamilton Ferreira apresentou a Executiva Municipal para tornar oficial a posse da Comissão Provisória.



Pr. Alberto (esquerda), Flávio R.Machado, Pavãozinho, Edimundo Belfor, Dayana Roberta, Natividade Cristina e Sirlan Sousa.



O Secretário Geral Antonio Luiz Pavão Filho (Pavãozinho), falou sobre sua participação política e sua vinda para o partido.



Em seguida, a Secretária da Mulher Sirlan Sousa, discorreu sobre a mulher, as eleições em 2010 e a Campanha “Pão Nosso de Cada Dia”, sendo a primeira ação da Secretaria da Mulher Progressista.

terça-feira, 25 de maio de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Os Desafios do Eleitor

As eleições são muitas coisas na vida de um país, desde um salutar reencontro dos cidadãos com sua capacidade de ação, limitada pela complexidade do estado moderno, até uma oportunidade para avaliar sua trajetória recente, quando os eleitores decidem o que nela deve ser mantido e o que deve ser mudado. São mais que uma troca da pessoa que está à frente do governo.

Votar em um candidato a presidente é se pronunciar sobre um amplo conjunto de questões, importantes para o presente e o futuro da sociedade. Não é surpresa, portanto, que seja um ato que causa ansiedade e tensão na maioria das pessoas, tanto maior quanto menos informadas elas se sentem para tomar a melhor decisão.

Nossa experiência com eleições presidenciais democráticas é, lamentavelmente, pequena. Nem dá para falar nas que tivemos antes de 1930, pelas restrições severas ao sufrágio. Há 100 anos, por exemplo, Hermes da Fonseca se elegeu presidente da República com o voto de 400 mil eleitores (todos, aliás, do gênero masculino, pois as mulheres eram proibidas de votar). Rui Barbosa, seu oponente, teve 200 e poucos mil. Somados, fizeram menos que os eleitores de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, o 15º município brasileiro em termos de eleitorado.

Depois do Estado Novo e antes da redemocratização, só fizemos quatro eleições presidenciais. Comparadas às da República Velha, foram mais abertas, mas ainda cheias de limitações, pois jovens e analfabetos não podiam votar e os partidos de esquerda estavam proibidos. Se pensarmos que se passaram 90 anos entre a primeira eleição direta (a de Prudente de Morais) e a vitória de Tancredo, é muito pouco.

Quando, após a Constituição de 1988, voltamos a eleger presidentes pelo voto dos cidadãos, foi como se começássemos do zero. Havia, é verdade, uma parcela do eleitorado que tinha memória de haver votado antes, mas era pequena, menos que 10% dos que estavam aptos em 1989. A imensa maioria das pessoas não fazia idéia de como escolher um presidente.

A dificuldade aumentava pela ausência de identidades políticas estruturadas. A ditadura não havia apenas suprimido o direito de voto, mas cerceado a organização partidária, extinguindo os velhos partidos e inventando outros, distantes de nossa cultura política. O novo sistema partidário que emergiu com seu fim estava em seus primórdios, com todos os problemas da primeira infância: excesso de siglas, volatilidade, não-diferenciação, infidelidade doutrinária, migração errática dos eleitos de um partido para outro.

Em um sistema como esse, a saída para o cidadão era criar seus próprios critérios de escolha. Privado do aprendizado que vem da experiência e sem ter como referência organizações partidárias estáveis (e confiáveis), só lhe restava chamar a si a responsabilidade integral de identificar “o melhor”, dentro do cardápio que o sistema político oferecia.

Até o final dos anos 1990, um tipo de depoimento se repetia nas pesquisas qualitativas, traduzido em uma imagem: o “olho no olho”. As pessoas diziam que escolhiam candidatos “olhando em seus olhos” na televisão, procurando identificar sua honestidade, sua sinceridade, se tinham ou não bons propósitos. Pobres e ricos, jovens e velhos, com maior ou menor escolaridade, todos concordavam com essa ideia absurda. De que, magicamente, enxergariam a verdade dos candidatos lá onde ela menos se revela, na televisão.

Uma das coisas boas da democracia é que ela avança. Com o tempo, os cidadãos amadurecem, aposentam mitos e deixam ilusões para trás. Hoje, cada vez menos se fala no “olho no olho”. Cada vez mais, os eleitores percebem que a escolha de um presidente não é um desafio íntimo, a procura épica de um “melhor” idealizado, à qual se segue a epifania de uma descoberta.

Escolher candidatos se tornou mais simples: olhar o que representam, de que lado estão, qual é sua turma. Podendo, também comparando o que faz cada lado, cada turma, quando governa.

Por Marcos Coimbra, sociologo e presidente do Instituto Vox Populi.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Roseana desembarca em Brasília para tentar salvar reeleição

Preocupada com o seu projeto de reeleição, que pode implodir a qualquer momento por causa da dissidência de aliados e do fortalecimento dos adversários, a governadora Roseana Sarney (PMDB) deixou a capital maranhense nesta segunda-feira (10) e rumou para Brasília, onde pretende conversar com políticos e autoridades no afã de reverter o quadro que já é desfavorável. Para dificultar ainda mais, o ex-governador Jackson Lago (PDT) e o deputado federal Flávio Dino (PCdoB), candidatos ao Palácio dos Leões, sede do Executivo do Maranhão, selaram no último sábado (8) um acordo com vistas ao segundo turno. Aquele que não passar para a segunda rodada da eleição para o governo da terra do arroz de cuchá apoiará o outro.

De tal modo, a não programada visita de Roseana Sarney a Brasília pode ter um objetivo maior. Cobrar do presidente Lula da Silva uma pressão maior sobre o PT maranhense, que semanas atrás decidiu por apoiar Flávio Dino. Com mais um escândalo no currículo da família Sarney – Fernando Sarney foi indiciado na semana passada pela Polícia Federal por evasão de divisas – o presidente-metalúrgico está sem argumentos convincentes para forçar a intervenção no diretório estadual do partido, o que facilitaria a vida da governadora, uma vez que alguns petistas foram recentemente agraciados com cargos no primeiro escalão do governo.

Diante do impasse, Lula pode optar por pressionar o PCdoB a não conceder legenda a Flávio Dino, o que reforçaria a candidatura de Jackson Lago. Fora isso, algum outro dissidente pode sair candidato ao governo do Maranhão. É esperar para ver o resultado do rasante de Roseana Sarney em Brasília.
Por: ucho.info: A marca da noticia