sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

É tempo de agradecer! Feliz Natal e Próspero 2011

 
Do Blog do Deputado WALDIR MARANHÃO
 
 
"É tempo de renovar nossas esperanças. De pensar No futuro. 
De Olhar as coisas com outros olhares. De entender e praticar o bem.
 Assim como sugere o ano do Coelho no Horóscopo Chinês,
ficaremos atentos à nossa volta,seremos mais responsáveis, 
reforçaremos ideias ou seguiremos com calma nas metas empenhadas no passado. 
No Natal, agradecemos a Deus. No Ano Novo, clamamos pela bem-aventurança para os nossos planos, 
pela saúde de nossa família. Abraçamos quem amamos, pois só o amor constrói."
 
 

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Waldir Maranhão é um dos três deputados mais citados na grande rede

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Revolta de partidos poderá provocar uma intifada na base de Roseana Sarney



Por ucho.info: a marca da notícia
 
 Chororô geral – A governadora Roseana Sarney, que assume o governo do Maranhão por mais quatro anos daqui a quatro dias, prometeu divulgar a lista dos novos secretários na quinta-feira (30). A relação não deve ter grandes novidades, mas provocará mais descontentamentos na base dos partidos da aliança, que garantiu a sua reeleição em outubro passado.
Na manhã desta terça-feira (28), o presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, Isaías Pereirinha (PSL), reclamou da atenção da governadora aos partidos políticos. Na entrevista que concedeu a uma emissora de rádio, lembrou que foi por conta do apoio dos vereadores que a governadora Roseana obteve uma significativa votação na capital dos maranhenses. Em outras eleições, afirmou Pereirinha, Roseana Sarney não recebeu mais do que 20% dos votos válidos.
A manifestação do representante do PSL é a ponta do inconformismo que atinge também outras agremiações, como o Partido Trabalhista Brasileiro-PTB, o Partido Progressista-PP e o Partido Republicano Brasileiro-PRB. Nenhum deles foi consultado sobre a composição do novo secretariado ou de funções subalternas e de assessoramento.
O primeiro escalão tem influência direta dos irmãos Jorge e Ricardo Murad. O primeiro foi eleito deputado estadual pelo PMDB com a estrutura da Secretaria da Saúde. É o virtual presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão na próxima legislatura. O segundo é o marido da governadora, com reconhecida antipatia pelos políticos.
As críticas da classe política chegarão até o pai da governadora. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é o articulador e conselheiro da filha e por isso o deputado estadual eleito Manoel Fernandes (PTB) espera conversar com ele para apresentar suas queixas. Com ele também deverá estar o irmão, deputado federal Pedro Fernandes, reeleito pelo PTB. A relação de queixosos inclui ainda o deputado federal Cleber Verde (PRB), o deputado federal reeleito Waldir Maranhão (PP) e outros de partidos menos votados.
Na Assembleia Legislativa, os deputados reeleitos e eleitos para a nova legislatura que integram a base governista, também estão desconfiados do que acontece no Palácio dos Leões. A última reclamação é que o ex-genro da governadora Roseana, o deputado estadual reeleito Carlos Filho (PV), foi sondado para a primeira Secretaria sem o aval dos demais colegas de partido. A bancada do Partido Verde está de olho no cargo, mas quer que o indicado seja eleito pelos pares. É muito barulho na terra do arroz com cuxá.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Irmãos de alma



Do Blog do Ricardo Noblat, por Mary Zaidam

Estamos entrando na última semana de 2010, ano que coroou de glórias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas nem os sucessivos recordes de popularidade e o fenomenal feito de inventar e moldar sua sucessora fazem de Lula o maior vitorioso do ano. Há tempos, esse título pertence ao senador José Sarney, um ex-arquiinimigo de Lula que se tornou “conselheiro” e “companheiro leal, correto”.
Sarney atravessou 2010 em céu de brigadeiro. Superou de vez o seu inferno astral. Safou-se das denúncias que chegaram a somar 11 processos na Comissão de Ética do Senado, todos arquivados sem análise de mérito ainda em 2009. Mesmo diante de fatos inequívocos, alguns com culpa assumida, como os atos secretos, as nomeações de parentes em escala geométrica, a composição salarial acima do teto e as irregularidades que acabaram por afundar a fundação que levava seu nome, Sarney continuou incólume.
Reelegeu sua filha ao governo do Maranhão, prorrogando por mais quatro anos o domínio absoluto que tem sobre um dos mais atrasados estados do país, 26º colocado no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU. E ainda driblou os reveses de seus aliados no Amapá, quando a Operação Mãos Limpa desvendou podres do ex-secretário de Justiça e Segurança Pública, Aldo Alves Ferreira, e prendeu o ex-governador Waldez Góes.
Mais do que isso. Sem qualquer alarde, provou quem de verdade tem o poder de mando.
Emplacou sem qualquer dificuldade dois ministros no governo Dilma. Edison Lobão nas Minas e Energia e, no Turismo, o deputado octogenário Pedro Novais, que enfiou nas contas da Câmara gastos feitos em uma farra coletiva em um motel próximo à capital maranhense. Uma história que até seria cômica se não fosse financiada com o dinheiro do contribuinte.
De quebra, Sarney conseguiu ainda afastar seu maior rival na disputa por um novo mandato como presidente do Senado, despachando Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) para o pepinoso Ministério da Previdência. E, ao que tudo indica, não perderá um milímetro sequer de espaço nas estatais que já domina, em especial no setor elétrico. Terá braços no BNDES, uma coisinha ali na Caixa, outra no Banco do Brasil e, com certeza, na Telebrás ressuscitada e na novíssima estatal do pré-sal.
Neste ano de ouro, Sarney nem precisava de tantos mimos adicionais de Lula, alguns de tal monta que o dono do Maranhão jamais imaginou receber. Lula, que recomendou um psiquiatra para o repórter que lhe perguntara sobre agrados à oligarquia Sarney, não cansa de babar-se em elogios. Chegou a chamar Sarney de “irmão de alma”.
Embora muito longe dos ditos de 1987 – “Adhemar de Barros e Maluf podem ser ladrão (sic), mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República, perto dos assaltos que ele faz”; “Sarney é um impostor que chegou à presidência assaltando o poder”-, Lula tem mesmo laços cada vez mais fraternos com aquele que chamava de ladrão. E ambos fiaram-se neles para se proteger de denúncias que expunham ao público suas malversações.
Mas se hoje essa parece uma irmandade proveitosa, é certo que Sarney colherá mais vantagens dela, pois pouco ou quase nada tem a perder para a história. Já Lula cravou no peito uma mácula sem volta: aliou-se ao atraso, ao que há de pior no país. Fez o “ladrão” de “ irmão”.

Mary Zaidan é jornalista, trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência 'Lu Fernandes Comunicação e Imprensa.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Pref. Silvio Barros eleito prefeito inovador

Do site do Partido Progressista


O prefeito de Maringá, Silvio Barros (PP) recebeu na noite de quinta-feira (09), em São Paulo, o Prêmio Prefeito Inovador (PPI), como Destaque Nacional, que reconhece municípios que desenvolvem ações para informatizar e otimizar os serviços da administração pública. O PPI é realizado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) em parceria com a Intel do Brasil, Microsoft Brasil e Symnetics.
Os principais critérios para Maringá conquistar o prêmio, definidos pelos organizadores, é a aplicação da tecnologia da informação nas várias áreas de responsabilidade e atuação do poder público municipal. São cinco áreas básicas de análise: sócio-ambiental, econômica, responsabilidade e gestão, atendimento ao cidadão e resultados.
Maringá conquistou o prêmio pelo conjunto da obra, apresentando o desenvolvimento de programas pelo próprio município considerados superiores aos concorrentes. Entre os finalistas estavam municípios de porte, como Caxias do Sul, Macaé e Brusque e capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Recife.
Na auditoria realizada pelos promotores do PPI, todos os quesitos analisados atenderam de 70% a 100% os critérios de inovação e excelência nas áreas de aplicação, conforme determinava o regulamento do prêmio.
As inovações auditadas pelos promotores do prêmio são programas desenvolvidos pelos próprios servidores municipais para áreas prioritárias como a saúde, gestão, administração, meio ambiente e ouvidoria, além do Portal da Transparência que divulga todos os atos da administração, entre outras. São aplicativos que otimizam o trabalho dos servidores e vem refletindo no atendimento ao contribuinte e ao público em geral.

Por que Ciro Gomes não será ministro?

Do Blog do Noblat

Ciro Gomes não será ministro do governo Dilma porque “achou pouco” ser ministro de Portos e por não querer repetir uma passagem pela Integração.
Os dois ministérios fazem parte da cota do PSB no próximo governo.
Ciro, segundo um interlocutor, queria mesmo um ministério do porte da Saúde, que ficará com Alexandre Padilha, atual ministro das Relações Institucionais.
A decisão de Ciro de não fazer parte do próximo governo foi fechada em reunião realizada na madrugada de hoje (20), em Recife. Nela estiveram os principais integrantes da cúpula do partido.
Na tarde de hoje, Dilma recebeu a notícia em Brasília após encontro em que estiveram presentes: o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos; o governador do Ceará, Cid Gomes; o futuro governador do Espírito Santo, Renato Casagrande; e o vice-presidente do partido, Roberto Amaral.
A reação de Dilma foi de “naturalidade”, contou ao blog fonte que não quis se identificar.
Apesar de Ciro estar fora do baralho, ainda há indefinição dentro do PSB. A pasta de Integração deve ficar com Fernando Bezerra Coelho, indicado por Eduardo Campos.
Em contrapartida, o nome que será indicado para Portos ainda é motivo de disputa interna. De um lado, alguns defendem que o nome seja indicado por Cid Gomes, do outro, que ele seja pela bancada do Congresso.

Saiba quem foi Porfírio Rubirosa, o maior dos amantes

Do Blog do Robert Lobato

O blog reproduz trecho do livro A Vida Louca de Porfirio Rubirosa – O Último Playboy,  uma briografia de Porfírio Rubirosa, considerado um dos maiores ”pegadores” da história. 
Amigo de ditadores, amante de belas mulheres, Porfírio foi um mito no jet set (pessoas que se deslocam de avião a jato) dos anos 50. O texto a seguir foi publicado na revista masculina Playboy. Leia: 

Porfírio Rubinosa: o úlitmo playboy

Em meados dos anos 50, no apogeu da glória e do sucesso de Porfírio Rubirosa, o compositor e violonista cubano Eduardo Saborit escreveu uma canção de sucesso que fazia sem rodeios a pergunta musical “Qué Es El Tuyo, Rubirosa?” (“O Que É Que Você Tem, Rubirosa?”): 
Rubirosa tiene una cosa, (Rubirosa tem uma coisa
Que yo no sé qué será, Que eu não sei o que será
Qué será, qué será, O que será, o que será
Lo que tiene Rubirosa… que Rubirosa tem…)
 
O quê, então? A primeira mulher de Rubi, Flor de Oro Trujillo (filha do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo), disse certa vez sobre a sua lua-de-mel: “Quando acabava, meu corpo doía muito por dentro”. Outra amante, uma garota de programa parisiense conhecida como Manouche, que saía com gângsters e operava sua própria casa noturna, colocou as coisas desta forma: “Era comprido e pontudo e me machucava… suponho que atingisse meu útero”. Uma de suas esposas escreveu em seu diário que ele era “priápico, infatigável, de proporções grotescas” (isso seria um elogio?). Outra amante, mundialmente famosa por seus homens, disse de modo mais franco: “Ele poderia ter sido uma atração de Carnaval”. 
Não há como não dizer com todas as letras: o homem era bem-dotado – dotado, aliás, lendariamente. Seu apêndice sobre-humano era um cartão de visitas que o recomendava a círculos nos quais de outro modo talvez nunca fosse admitido. As mulheres ouviam falar, imaginavam, cochichavam, tinham que ver, segurar, ter – e quem era ele para recusá-las? E as histórias eram inúmeras. 
Um colega jogador de pólo certa vez bateu na casa de Rubi e foi recebido a tempo de vê-lo afundando numa banheira. “Tudo o que posso dizer”, ele se lembrava, “é que quando eu vi aquilo percebi que se algum dia tentasse segui-lo seria como um bêbado no corredor”. Outro conhecido, também do pólo, admitiu ter roubado uma sunga de Rubi e tê-la pendurado na porta do estábulo onde ficavam seus garanhões reprodutores como um amuleto de sorte. 
O velho ditado que “nenhum homem é herói para o seu criado”; Rubi era. O russo que o vestiu e cuidou dele durante anos testemunhou assim: “Certa tarde, quando achei que o sr. Rubirosa tinha saído de casa, fui até o seu quarto guardar umas camisas. Ele estava ali e não estava sozinho. Eu o interrompi num momento bastante crucial. Furioso, ele pulou da cama e veio na minha direção praguejando como um estivador. Que visão! Eu fiquei boquiaberto!”. 


Marilyn Monroe e Eva Perón estão entre suas conquistas 'Rubi'
Dizem que Jerome Zerbe, fotógrafo da sociedade que clicava dezenas de celebridades no famoso clube noturno nova-iorquino El Morocco, bebeu demais no cassino em Deauville e, num gesto audacioso, seguiu Rubi até o banheiro masculino. Voltou de lá todo alegre, e a reportagem saiu com a chamada: “Parece o Yul Brynner de gola rulê preta”.


Truman Capote descreveu-o em Answered Prayers – sem ter chegado a vê-lo, é claro – como “aquele pinto de origem mestiça, um suposto peru de 28 centímetros, café-com-leite, grosso como um punho masculino”. 
Uma jornalista britânica que entrevistou Rubi em sua suíte no hotel Savoy escreveu que depois de ir ao toalete encontrou “um sorridente senhor Rubirosa de cueca estilo boxer, da qual sobressaía um membro simiesco. Ele me jogou sobre sua cama desfeita e uma luta corporal se seguiu, enquanto aquela coisa grotesca balançava de um lado para o outro”. Segundo disse, ela conseguiu acalmá- lo, e ficou surpresa ao ver o quão facilmente ele aceitou a rejeição: “Ele simplesmente deu de ombros, olhou-se no espelho, ajeitou o cabelo e voltou ao diálogo profissional da entrevista”.

NOTA SOBRE PRESTAÇÃO DE CONTAS AO TRE

Do Blog do Deputado Waldir Maranhão

Recebi com enorme surpresa a não-aprovação de minhas contas pelo Tribunal Regional Eleitoral, vez que, ao
que me consta, todos os gastos e arrecadações cumpriram rigorosamente as exigências da legislação em vigor. Se algum esclarecimento meu não chegou a tempo nessa fase do julgamento, até porque não fui notificado, será
aduzido aos autos agora em grau de recurso. Encontrome sereno quanto ao cumprimento de minhas obrigações
como candidato,motivo pelo qual estou confiante num desfecho satisfatório após o TRE ter os esclarecimentos
que iremos apresentar ao processo.

São Luís, 08 de dezembro de 2010

Waldir Maranhão
Deputado Federal

HAJA FÔLEGO

O cigarro e a poluição contribuem para a falta de ar, ao contrário das atividades físicas, que trazem inúmeros benefícios



Do Site ucho.info: a marca da notícia

É comum ouvir falar que uma pessoa tem mais fôlego que outra, e aí surgem algumas dúvidas: como podemos aumentar nossa capacidade respiratória? Quais as influências e os hábitos que comprometem nossa saúde? Quais os cuidados que devemos tomar para garantir o bom funcionamento dos pulmões?
O fôlego está relacionado diretamente à sensação de falta de ar relatada pelas pessoas especialmente ao realizar atividades físicas. Aquelas que possuem um bom condicionamento físico, que praticam exercícios regularmente e possuem boa massa muscular terão mais fôlego para as atividades. Consequentemente, as pessoas que têm alguma doença pulmonar ou cardíaca, alterações musculares ou são sedentárias terão menos fôlego.
Existem, no entanto, alguns fatores que influenciam nossa capacidade respiratória e podem prejudicar o fôlego.
“O tabagismo e a poluição funcionam como agentes agressores do pulmão. Estas substâncias, quando aspiradas, provocam inflamações”, explica Dr. Oliver Augusto Nascimento, diretor de Assuntos Científicos da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).
A boa notícia é que existem meios para aumentar a capacidade pulmonar. A prática regular de atividade física, por exemplo, é benéfica para a saúde respiratória, mas deve ser realizada de maneira correta para não trazer danos. Acompanhamento médico, temperatura e umidade do ar adequadas e o respeito aos limites do corpo são algumas dicas dadas pelo Dr. Oliver.
“Muitas pessoas com a chegada do final de ano apresentam o que pode ser chamado de síndrome do regime. Querem fazer tudo de uma vez e esquecem de fazer as avaliações necessárias, colocando a saúde em risco”, ressalta.
Além das atividades físicas, as doenças respiratórias também têm relação direta com o fôlego. Doenças como a asma e a DPOC são apontadas como as principais, mas a hipertensão pulmonar também pode causar problemas. Todas elas precisam ser tratadas e receber acompanhamento de um médico pneumologista.
Os maus hábitos também contribuem, e muito, para agravar e até desencadear problemas na saúde respiratória. O principal ainda é o cigarro, mas existem outros hábitos que podem prejudicar o pulmão.
“A preocupação atual é com o narguilé, que vem sendo muito utilizado pelos jovens. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já lançou um documento alertando para os danos à saúde deste hábito”, afirma Dr. Oliver.
Enfim, a saúde pulmonar depende de alguns cuidados muito importantes. Em caso de sintomas respiratórios como tosse, catarro ou falta de ar, um médico deve ser procurado para fazer o diagnóstico e dar início ao tratamento, se necessário.
O diagnóstico precoce diminui a progressão de doenças e melhora a qualidade de vida e o fôlego do paciente.

Fortes Emoções


Do Blog do Noblat
 
Na escalação do ministério da presidente Dilma Rousseff, somente dois atores têm razões de fato para comemorar até agora: Lula, como seria previsível, e a direção do Partido Popular (PP). Lula segue emplacando ministros nas posições chave do futuro governo. O PP conseguiu o ministério que queria e para alojar nele quem Dilma não queria.
Ministros nomeados por Lula: Antonio Palocci (Casa Civil), Gilberto Carvalho (Secretaria da presidência), Guido Mantega (Fazenda), Paulo Bernardo (Comunicação), Míriam Belchior (Planejamento), Nelson Jobim (Defesa), Fernando Haddad (Educação), Carlos Lupi (Trabalho) e Edison Lobão (Minas e Energia).
Lula verá com alegria a transferência de Alexandre Padilha do ministério de Relações Institucionais para o ministério de Saúde. Como viu a manutenção no ministério do Meio Ambiente de Isabella Teixeira e a volta ao ministério dos Transportes do senador Alfredo Nascimento. O suplente de Alfredo no Senado foi companheiro de farras de Lula.
O PP não apoiou formalmente Dilma para presidente da República. Sua direção alegou que uma fatia do partido preferia a eleição de José Serra (PSDB). Mas o PP arrancou de Dilma o Ministério das Cidades que foi seu durante o governo de Lula. E mais: impôs a Dilma para o ministério um nome que ela deplora.
Dilma quis manter em Cidades o advogado Márcio Fortes, indicado para o cargo em 2005 pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PE) – sim, aquele forçado a renunciar ao mandato por ter recebido um mensalinho de R$ 10 mil de um concessionário de restaurantes.
A bancada do PP na Câmara detesta Fortes porque ele nunca lhe deu fácil acesso ao orçamento do ministério. Ministro bom para deputados e senadores é ministro que libera com rapidez dinheiro para atender às emendas parlamentares apresentadas ao Orçamento da União. E que finge não ver o interesse suspeito deles em certos negócios.
O senador Francisco Dornelles, presidente do PP, foi a Dilma e disse: sinto muito, presidente, mas a senhora será obrigada a trocar Fortes por Mário Negromonte, deputado pelo PP da Bahia e queridinho dos seus colegas. Dilma sempre falou muito mal de Negromonte. Pois bem: foi obrigada a engoli-lo por exigência do PP.
No seu primeiro mandato, Lula resistiu a lotear o governo. Achou que dava para governar negociando aqui e ali a aprovação de projetos no Congresso. No que deu? Deu no mensalão – o pagamento de propinas para aprovação de projetos remetidos ao Congresso pelo governo.
No segundo mandato, Lula seguiu o conselho do seu ex-ministro José Dirceu, que caíra em desgraça por conta do mensalão. Chamou o PMDB e perguntou: O que você quer? Chamou nove outros partidos e perguntou a mesma coisa. Ora, eles queriam cargos para financiar futuras campanhas e forrar o bolso de alguns. Receberam.
Lula não inventou o fisiologismo. Tampouco o combateu – antes pelo contrário. Dilma se elegeu apoiada pela mais formidável coligação de partidos que o país jamais vira. Agora está sendo obrigada a retribuir o apoio. Recebeu, dá. É dando que se recebe. Diga-se a favor dela que tem até aqui tentado contrariar alguns dos seus aliados.
Tome-se o caso do poderoso PMDB. Perdeu o comando sobre os ambicionados ministérios das Comunicações e da Integração Nacional. Ganhará o do Turismo e o da Previdência Social – esse último um tremendo abacaxi. Pediu o ministério da Saúde ou sua parte mais endinheirada. Ganhou a Secretaria Especial de Ações Estratégicas.
A desforra do PMDB virá na hora certa. Como poderá vir também a do PSB, que elegeu mais governadores do que o PT. A direção do PSB sugeriu dois nomes, para os ministérios da Integração Nacional e o de Portos e Aeroportos, a ser criado. Dilma adiantou-se e convidou Ciro Gomes para o da Integração Nacional.
Ciro é do PSB. Mas não é. Ele é ele mesmo. O PSB considera que perdeu uma vaga no ministério.
O PC do B é dono do Ministério dos Esportes. Não quer ver despejado dali o atual ministro Orlando Silva. Dilma quer substituir Orlando pela deputada Luciana Santos, também do PC do B. Talvez tenha de criar um novo ministério para Orlando.
Você deve pensar que o PT está satisfeito com o número de ministérios reservados para ele. Longe disso. O PT são muitos e não há lugar para todos. Daí o barulho silencioso que faz.
Fortes emoções nos aguardam.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Um poeta e pesquisador da cultura maranhense


O economista e escritor José Ribamar Sousa dos Reis faleceu no dia 7 de dezembro passado



Do Blog do Manoel Santos, Estevão Bertoni


Sempre que um dos filhos de José Ribamar Sousa dos Reis (1947-2010) quiser se recordar do pai, bastará ouvir Altemar Dutra cantar “Meu Velho”.
Ele indicou ao filho a música por achar que será lembrado assim que começar o verso: “É um bom tipo meu velho”.
Ribamar, economista de formação, foi um tipo dedicado às letras. Como pesquisador, escreveu sobre a história e a cultura popular de seu estado natal, o Maranhão.
Lançou também livros de poesia e de contos e, ultimamente, mantinha a coluna semanal “Trincheira da Maranhensidade”, num suplemento do Jornal Pequeno, o “JP Turismo”.
Como economista, teve diversos cargos públicos e ocupou a cadeira de número 56 no Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.
Nos fins de semana, seu passatempo favorito era tomar uma cervejinha com os amigos. Adorava ainda ouvir Amado Batista, Roberto Carlos e Waldick Soriano.
No começo deste ano, desconfiado da perda repentina de peso, descobriu estar com um câncer no estômago.
Não se afastou do trabalho, que para ele era uma espécie de terapia, como conta a mulher, Maria Osmina. Decidiu começar um livro sobre a história da família Reis, cuja origem é portuguesa.
Sábado (4) de manhã, devido a complicações da doença, foi internado em São Luís. Na segunda (6), sua mãe Rosy, 94, a quem ele chamava de “minha Rosa” e que sofria de diabetes, morreu no Rio.
Ribamar, sem ser informado do que ocorrera, morreu no dia seguinte, aos 63 anos. Ambos foram velados juntos e enterrados na quarta-feira, em São Luís (MA).

Brasil izoneiro

ucho.info: a marca da notíca, Maria Helena Rubinato R. de Sousa

Nós, os brasileiros vivos em dezembro de 2010, somos as privilegiadas testemunhas do surgimento de um mundo bem mais admirável do que jamais sonharam nossos ancestrais.
Igual ao Lula, nunca antes e, certamente, nem depois.
A genial sacada de um relatório gerado no Planalto, com mais de 300 páginas, registrado em cartório e assinado por seus impagáveis e fieis auxiliares, contendo todos os magníficos feitos de seus oito anos de governo, é golpe de mestre.
Os que ficaram, os que saíram por lesão durante o jogo, ou por terem recebido cartão vermelho, todos reunidos na festa, todos coniventes ao assinar o relambório.
Como confessou o genial amante de si mesmo: “se a Imprensa não fala bem de mim, vou sair por aí e falar”.
Agora, no grand finale, ele se superou. Não se limitou a falar: escreveu. E fez mais: exigiu a chancela do cartório. E não se furtou a pedir aos outros que assinassem confirmando tudo que disse que fez e tudo que não disse que fez.
Tinha a mais absoluta convicção da anuência de todos. E sabe, como todos sabemos, que tem muita gente louca para ir lá e assinar também...
Meus mais efusivos cumprimentos a quem teve a brilhante ideia da feitura desse documento.
Dirão os ingratos e invejosos: se a moda pega e, geralmente, o mau exemplo frutifica mais que o bom exemplo, acontecerão duas coisas, ambas definitivas.
Nunca nos livraremos dos cartórios e das assinaturas com firma reconhecida; teremos governadores deixando tijolaços impressos contando tudo de maravilhoso que andaram fazendo por seus Estados.
Já os realistas pensam: os historiadores do futuro não terão trabalho algum. Lerão os relatórios assinados e poderão concluir: foi assim que começou a época de ouro da civilização brasileira. Foi assim que chegaram ao ápice.
Foi desse modo que a Glória se instalou para sempre sobre a cabeça de Luiz Inácio Lula da Silva.
Não temos porque duvidar de que isso é o que acontecerá. Não só pelo documento assinado e cartorizado, como pelo o que nos promete a oposição: ela desistiu de ser oposição.
Entramos numa fase da vida política do país que é, realmente, como diz o Lula, extraordinária: a oposição desiste de se opor.
Todos estarão a favor. Cantaremos a uma só voz, unidos, ombro a ombro.
Deixemos de hipocrisia – como aliás, anda pedindo Sergio Cabral, o Sorridente – Lula não merece que todos nós, cidadãos brasileiros, assinemos também o tal documento? Estou convencida que sim.
Afinal, ele acaba de inaugurar um novo sistema de governo. A Inzoneirocracia. Sem derramamento de sangue, sem revoltas populares, sem golpes militares ou civis, ele conseguiu o impossível: não temos mais oposição. Serão todos a favor.
É um governo forte sem um ditador. De adesão por amor e não na marra. Tudo espontâneo, todos unânimes em reconhecer que do PT para o povo só fluem coisas boas e que, por isso, o certo é aderir. Por amor.
Amor a quê? Ora, isso deixo à imaginação de cada um

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Lula da Silva começa a preparar seu retorno ao Palácio do Planalto em 2015



Ucho.info: a marca da notícia

Esquentando o s motores – Muito tem se falado que o governo de Dilma Rousseff é uma espécie de terceiro mandato do presidente Luiz Inácio da Silva, mas o presidente-metalúrgico prefere desconversar quando o assunto vem à baila. Tão logo Dilma teve a eleição confirmada, Lula começou a palpitar na composição da equipe ministerial. Em seguida preferiu sair pela tangente ao afirmar que o governo da sua sucessora deveria ter identidade própria. Foi uma cortina de fumaça para dispersar a atenção da imprensa na escolha dos ministros. Não demorou muito e Lula da Silva começou a operar nos bastidores.
A incursão do presidente Luiz Inácio foi tamanha, que assessores próximos foram chamados para integrar a equipe da eleita Dilma Vana Rousseff. Na quarta-feira (15), Lula disse aos jornalistas que não partiu dele a iniciativa de indicar os ministros Guido Mantega e Paulo Bernardo da Silva para os ministérios da Fazenda e Comunicações, respectivamente. Na verdade, Lula conseguiu enxertar na equipe de Dilma Rousseff pessoas de sua confiança, o que em tese podem lhe garantir o retorno ao Palácio do Planalto em 1º de janeiro de 2015, desde que meses antes vença a corrida presidencial.
O primeiro sinal do desejo de Lula da Silva de voltar ao poder se deu com o registro em cartório, na quarta-feira, das supostas conquistas ao longo dos últimos oito anos. O ato, que tem muitas entrelinhas, foi interpretado como uma tentativa de mais adiante mostrar aos eleitores que Dilma Rousseff tentou mudanças, mas não conseguiu. Não se trata de impor por antecipação à presidente a cangalha da incompetência, mas de antecipar as dificuldades econômico-financeiras que a comunidade internacional já começa a enfrentar e que deve provocar reflexos em nossa querida e vilipendiada Botocúndia.

Dirceu, de volta ao Palácio: ‘Nunca saí daqui’



Por Ricardo Nobrat, O Globo


No reencontro do presidente Lula com os ministros que passaram pelo seu governo, o ex-todo-poderoso ministro da Casa Civil José Dirceu, demitido no auge do escândalo do mensalão, foi um dos mais abordados e cumprimentados durante sua primeira solenidade pública no Palácio do Planalto desde que saiu pelas portas dos fundos.
Todos os ex-ministros foram convidados para a solenidade de registro em cartório do balanço de oito anos de gestão petista, inclusive os que caíram em desgraça. Mas muitos deles não foram, inclusive a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.
Sorridente e falante, Dirceu circulou bastante e, no momento do ato oficial, se sentou numa das últimas fileiras. Mas foi cumprimentado e mais de uma vez citado pelo presidente Lula em seu discurso.
Depois da solenidade, foi um dos poucos que subiram para o terceiro andar com Lula e a presidente eleita, Dilma Rousseff. Perguntado sobre como se sentia ao estar voltando ao Planalto, deu uma grande gargalhada e respondeu:
— Mas eu nunca saí daqui!.

Filme sobre a Casa das Minas será lançado nesta quarta-feira em São Luís


Por Manuel Santos, Jornal Pequeno


Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Casa das Minas é um dos mais antigos, respeitados e expressivos terreiros de todo o Brasil. Sua riquíssima história recebeu recorte em documentário cujo título é “Casa Das Minas – Os voduns reais de São Luís” que terá lançamento nesta quarta-feira (15), às 19h, em sessão especial, aberta ao público, no Cine Praia Grande, situado no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande).
O filme com duração 85 minutos tem narrativa com base na pesquisa a partir da obra de Hubert Fichte (1935–1986), que, trinta anos atrás, vivenciou o templo e escreveu suas impressões no estilo “etnopoesia”, tornando-se um clássico da literatura alemã.
Pela primeira vez, houve permissão para o registro de alguns dos ritos cerimoniais e cânticos em língua africana, únicos da Casa das Minas. O filme traz depoimentos das chefes espirituais da Casa – juntamente com o professor e antropólogo Sérgio Ferretti – que contam a comovente trajetória do templo, desde a sua fundação, passando por perseguição e submissão até os dias de hoje, com a perspectiva para a transformação da Casa em museu.
A obra mostra o manejo consciente das duas “vodúnsis” com o declínio do culto, ao qual elas dedicaram e dedicam toda sua vida. Devido às conseqüentes mudanças sociais em contraponto aos rígidos preceitos de devoção e retidão espirituais, elas abdicaram da continuidade. O culto e os complexos conteúdos da religião irão perecer com suas derradeiras filhas-de-santo.
“Casa Das Minas – Os voduns reais de São Luís” é um filme de Edith Leimgruber, Hili Leimgruber e Jens Woernle, suíços, que conquistaram a confiança dos membros da Casa das Minas, graças a uma estreita amizade, cultivada há quase 20 anos. “Estávamos cientes do dilema entre curiosidade e respeito pela opção de isolamento feita por elas, tratamos com muito cuidado a idéia da realização do filme. Entretanto, durante nossa pesquisa para o mesmo, pudemos perceber que também por parte da líder espiritual Dona Deni, existe um crescente interesse na divulgação de um legado filmado, o que tornou esse projeto possível”, afirma Edith Leimgruber.
Transcendência da pessoa (quando seu corpo é apoderado pelo vodum), coexistência do cristianismo e das religiões africanas (sincretismo); ambivalência do sistema de tratamento médico-psicológico, tanto através da manipulação de ervas quanto dos assentamentos e invocações; e a controvérsia da fidelidade à tradição junto à conscientização da própria morte; são assuntos pertinentes neste trabalho.
A Casa das Minas foi fundada no início do século XIX por africanos escravizados da etnia Jeje, Ewe ou Eoué, procedentes do Daomé, atual República do Benin, que a denominavam de Querebentã de Zomadonu. É considerado um grupo fechado, de grande fidelidade à própria tradição, e mesmo com o passar dos anos, não existe concessões e nem adequações à vida e ritos do culto às diferentes épocas.
É o terceiro do Livro de Tombo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), ao lado do Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho Ilê Axé Iyá Nassô Oká, tombado em 1987, e do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, em 1999, ambos de Salvador (BA).
  

Virtuosismo vendido por Lula começa a tropeçar a poucos dias da sua despedida



 
Por ucho.info: a marca da notícia

Luz vermelha – Após chegar ao poder a bordo de promessas ufanistas, todas balbuciadas durante a campanha de 2002, Luiz Inácio da Silva transformou-se na versão chicaneira e tropical de Messias, o salvador da humanidade. Em nossa querida, amada e vilipendiada Botocúndia esse gazeteiro de quinta surgiu em cena nos últimos oito anos como se fosse o maior dos gênios. E por conta disso adotou o bordão “nunca antes na história deste país”, como se ele tivesse feito algo positivo e duradouro em prol dos brasileiros.
O virtuosismo que Lula vendeu aos brasileiros incautos e aos estrangeiros que desconhecem a realidade do País caminha na direção do abismo. E para evitar um mal maior a eleita Dilma Rousseff terá de colocar à prova a competência que seu mentor eleitoral tão espalhou pelos rincões verde-louros. Se a neopetista Dilma não tirar uma receita milagrosa de sua cartola vermelha, o Brasil corre um grande risco de enfrentar sérias dificuldades na economia.
A inflação nos setores de alimentos e serviços sinaliza que ainda tem fôlego de sobra para seguir em frente. O que mostra que o brasileiro, que acreditou nas palavras de Lula da Silva, consumiu muito além do que deveria, provocando índices preocupantes de inadimplência, que segundo a Serasa deve manter esse ritmo no próximo ano. Conter esse quadro preocupante será possível com o aumento da taxa básica de juros, a Selic, índice que norteia o custo do dinheiro para o governo e também para o cidadão comum, sempre respeitadas as variações de taxas.
Para que Lula não deixasse o Palácio do Planalto com a pecha de ter aumentado a taxa de juros em seus derradeiros dias como mandatário tupiniquim, o Banco Central deixou o problema para a sucessora do presidente-metalúrgico, a ex-pedetista Dilma Vana Rousseff. Diante da inevitável alta dos juros, o brasileiro será tomado pela escassez de crédito, o que por um lado ajudará a conter o consumo e, por consequência, afugentará não por muito tempo o fantasma da inflação. No contraponto, a retração da oferta de crédito trará dois efeitos indesejados. Encolhimento da atividade industrial e aumento do desemprego.
Quem analisa a economia mundial com um pouco mais de calma logo percebe que Luiz Inácio da Silva, mesmo tendo nascido em Pernambuco, é um chinês de carteirinha. Ele conseguiu criar um cenário ainda mais favorável aos produtos fabricados no país da Grande Muralha.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Peixada maranhense será o cardápio de encontro para unir a dividida bancada do PP




Por ucho.info: a marca da noticia


Confraternização natalina – Continuam muito ácidas as relações entre a liderança de bancada e os deputados federais do Partido Progressista. A intifada contra o líder João Pizzolatti (SC) e o deputado Mário Negromonte (BA) não é notícia recente, mas ficou ainda mais quente com as articulações em torno da manutenção do Ministério das Cidades para o partido.
Pizzolatti e Negromonte têm negociado sozinhos com a presidente eleita Dilma Rousseff, o que deixou os colegas legenda extremamente desconfiados. Negromonte quer substituir Márcio Fortes. O presidente da executiva nacional, senador Francisco Dornelles (RJ), afirmou que delegou as negociações para os dois deputados, mas para Dilma deixou claro que a futura presidente poderia indicar qualquer ministério para o PP. A petista eleita, no entanto, orientada pelo presidente-metalúrgico Lula da Silva, espera que aconteça um entendimento na bancada federal.
Com 41 deputados, os progressistas podem ser o fiel da balança em votações polêmicas. Para diminuir o clima pesado entre os colegas, o deputado federal Waldir Maranhão (MA) organiza um jantar de confraternização para esta quarta-feira (08) em seu apartamento funcional. Será o último encontro do ano dos progressistas em clima natalino.
O cardápio à base de uma peixada maranhense, preparada por cozinheiro vindo especialmente para organizar o rega-bofe político, poderá ajudar na busca de um entendimento. É com esse espírito que mais da metade dos deputados do PP confirmou presença, o que também aconteceu com boa parte dos eleitos em outubro passado. Waldir Maranhão é um parlamentar habilidoso, que levou para a seara política a experiência adquirida durante os longos anos em que atuou como professor e reitor universitário. É esperar para ver!
Confraternização natalina – Continuam muito ácidas as relações entre a liderança de bancada e os deputados federais do Partido Progressista. A intifada contra o líder João Pizzolatti (SC) e o deputado Mário Negromonte (BA) não é notícia recente, mas ficou ainda mais quente com as articulações em torno da manutenção do Ministério das Cidades para o partido. Pizzolatti e Negromonte têm negociado sozinhos com a presidente eleita Dilma Rousseff, o que deixou os colegas legenda extremamente desconfiados. Negromonte quer substituir Márcio Fortes. O presidente da executiva nacional, senador Francisco Dornelles (RJ), afirmou que delegou as negociações para os dois deputados, mas para Dilma deixou claro que a futura presidente poderia indicar qualquer ministério para o PP. A petista eleita, no entanto, orientada pelo presidente-metalúrgico Lula da Silva, espera que aconteça um entendimento na bancada federal.
Com 41 deputados, os progressistas podem ser o fiel da balança em votações polêmicas. Para diminuir o clima pesado entre os colegas, o deputado federal Waldir Maranhão (MA) organiza um jantar de confraternização para esta quarta-feira (08) em seu apartamento funcional. Será o último encontro do ano dos progressistas em clima natalino.
O cardápio à base de uma peixada maranhense, preparada por cozinheiro vindo especialmente para organizar o rega-bofe político, poderá ajudar na busca de um entendimento. É com esse espírito que mais da metade dos deputados do PP confirmou presença, o que também aconteceu com boa parte dos eleitos em outubro passado. Waldir Maranhão é um parlamentar habilidoso, que levou para a seara política a experiência adquirida durante os longos anos em que atuou como professor e reitor universitário. É esperar para ver!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O happy hour do PP foi um evento cheio de alegria e brincadeiras. O Deputado Waldir Maranhão prestigiou toda organização de um evento cuidadosamente elaborado pela Direção Municipal do partido, integrando os distritos do PP de São Luís com  a comunidade. Ao som dos tambores do Boi Orgulho de Santa Clara, Hamilton Ferreira, Presidente do Partido Progressista-PP, elogiou a festa e fez a apresentação do Pré-candidato Pastor Bel ao senado pelo Maranhao, que deixou também o seu recado.
As apresentações do Cacuriá da Fafá, da Fé em Deus, e a Dança Portuguesa da Vila Operária foram marcantes. Confira!

Assessoria de Comunicação PP SLZ








sábado, 12 de junho de 2010

Deputado petista inicia greve de fome no plenário da Câmara

NANCY DUTRA


DE BRASÍLIA


Quando o PT anunciou, na tarde de hoje, o apoio do partido à reeleição de Roseana Sarney (PMDB) ao governo do Maranhão, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) decidiu protestar --começou uma greve de fome no plenário da Câmara dos Deputados.

"Essa decisão oficializa o estupro da política interna do partido. Jogaram na lata de lixo as regras pelas quais lutamos há 30 anos", disse Dutra. "O PT tem de jogar fora seu código de ética. Entregar o partido para quadrilha não é ter ética."

O deputado, 54, passou a noite de quinta para sexta no plenário, em vigília pela reunião da cúpula petista que definiria se o partido revogaria decisão do diretório maranhense de apoiar a candidatura do deputado Flávio Dino (PC do B), adversário político da família Sarney, ao governo estadual.

"Sarney se sente ameaçado e quer destroçar as novas lideranças, como Dino", afirmou, referindo-se ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Até o fim da greve de fome, "sem data para terminar", Dutra quer beber apenas água de coco. Tem usado um sobretudo por cima do terno para enfrentar o frio do gelado plenário da Câmara. Um colchonete serve de cama.

Lê enquanto aguarda as sessões da próxima semana, quando ocupará a tribuna para denunciar o caso. Entre as obras escolhidas, "O Camaleão" e "A Oligarquia da Serpente", sobre a atuação política dos Sarney. Também há livros de Gandhi, Chico Xavier e Graciliano Ramos --deste, escolheu "Insônia".

A atitude do PT fez Dutra desistir de se candidatar na eleição deste ano. "Minha história é incompatível com a de Sarney." Ainda não sabe se deixará o partido, mas poupa, por enquanto, o presidente Lula de críticas. O alvo das reclamações é o PMDB. "Já temos o vencedor antecipado desta eleição."

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Ala majoritária do PT aprova aliança formal do PT a Roseana Sarney

A corrente petista CNB (Construindo um Novo Brasil), antigo "Campo Majoritário", aprovou nesta quinta-feira por unanimidade o apoio formal do partido, no Maranhão, à candidatura da peemedebista Roseana Sarney.
A decisão final será tomada em reunião amanhã do diretório nacional do PT, em Brasília, mas como o CNB possui a maioria dos votos no diretório, o PT maranhense só não irá para a chapa de Roseana caso a ala mude de ideia ou aceite uma negociação com outras correntes petistas.
O PT no Estado está rachado, sendo que em encontro anterior já havia aprovado por estreita margem o apoio à candidatura de Flavio Dino (PC do B). Aliado de Sarney no plano nacional, o presidente Lula pressionou, entretanto, para que os petistas engrossem a chapa de Roseana, o que deixará a candidatura de Dino com espaço quase de "nanico" na propaganda televisiva.
Caso o diretório nacional aprove a coligação formal com Roseana e o PT do Maranhão não cumpra, haverá intervenção. O deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), adversário declarado da família Sarney, afirmou que passará a madrugada de hoje no plenário da Câmara, em protesto.


Por: RANIER BRAGON   - (Folha.com/Folha On Line 11/06/2010)